Big Brother Mão Santa
O bairrismo e todos os ismos relacionados (nacionalismo, regionalismo) sempre pensei ser maior em Minas Gerais do que em outros lugares. A cafajestice regionalista está entranhada no mineiro de uma maneira tal que beira o irracional. Coisa de jeca, de vira-lata. E não é só o "mineiro comum". Você encontra idiotas do tipo no jornalismo, na política, no colunismo social de primeira e de quinta categoria, enfim.
Outro dia o sr. Paulo Navarro escreveu reclamando de uma campanha publicitária de um novo carro, na revista Veja nacional, composta por placas de carros onde as letras iniciais eram compostas por siglas como MBA-1234, ou CEO-1234, CBA-1234. Eram umas oito placas e nenhuma delas tinha como localidade a cidade de Belo Horizonte. Apenas Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre...
O brilhante colunista deduziu que os mineiros, os belo-horizontinos em especial, na visão do anunciante "pelo jeito não eram dignos para adquirir o novo bólido", ou algo nessa linha (torta). Haja placa e páginas para agradar a todas as capitais não é? Mas não, as outras não se comparam a BH e podem ficar de fora.
Minha surpresa regionalista da semana ficou com o Piauí. Isso mesmo, o Piauí. E olha que ninguém disse coisas absurdas sobre o Piauí como o presidente da Philips. O povo piauiense dessa vez ficou P da vida com o segundo lugar de Gyselle no BBB 8. Isso mesmo, pasmem. Acusam a Globo de todas as conspirações possíveis para sagrar o campineiro Rafinha como o vencedor.
Chegamos ao ponto de ver o senador Mão Santa pedir votos para a piauiense ser eleita a vencedora. Se isso não é falta de decoro parlamentar o que é? Mas voltemos ao bairrismo que anda de jumento e arrota cacto. Tem um "jornal", portal ou coisa que o valha em Teresina que dedicou boa parte da sua programação online para o "fato".
Entre e confira você mesmo.
http://www.180graus.com.br/
Outro dia o sr. Paulo Navarro escreveu reclamando de uma campanha publicitária de um novo carro, na revista Veja nacional, composta por placas de carros onde as letras iniciais eram compostas por siglas como MBA-1234, ou CEO-1234, CBA-1234. Eram umas oito placas e nenhuma delas tinha como localidade a cidade de Belo Horizonte. Apenas Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre...
O brilhante colunista deduziu que os mineiros, os belo-horizontinos em especial, na visão do anunciante "pelo jeito não eram dignos para adquirir o novo bólido", ou algo nessa linha (torta). Haja placa e páginas para agradar a todas as capitais não é? Mas não, as outras não se comparam a BH e podem ficar de fora.
Minha surpresa regionalista da semana ficou com o Piauí. Isso mesmo, o Piauí. E olha que ninguém disse coisas absurdas sobre o Piauí como o presidente da Philips. O povo piauiense dessa vez ficou P da vida com o segundo lugar de Gyselle no BBB 8. Isso mesmo, pasmem. Acusam a Globo de todas as conspirações possíveis para sagrar o campineiro Rafinha como o vencedor.
Chegamos ao ponto de ver o senador Mão Santa pedir votos para a piauiense ser eleita a vencedora. Se isso não é falta de decoro parlamentar o que é? Mas voltemos ao bairrismo que anda de jumento e arrota cacto. Tem um "jornal", portal ou coisa que o valha em Teresina que dedicou boa parte da sua programação online para o "fato".
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