22 abril 2008
Não encontraram o ilibado político Ulisses Guimarães, que viajava em um moderno helicóptero, vão encontrar esse padre biruta voando em balões de festa? Mas a melhor sacada que recebi está no blog do Cardoso. Mais um brasileiro entra para o elenco de Lost.
15 abril 2008
Gajo porreiro, ora pois.
João Pereira Coutinho, colunista de Folha Online, é um dos melhores textos do jornalismo atual. Vale aguardar 15 dias para ler uma nova coluna. O texto, muito objetivo sem deixar de ser refinado tem um porquê: o cara é português.
Destaque para a última coluna:
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/joaopereiracoutinho/ult2707u391705.shtml>
Destaque para a última coluna:
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/joaopereiracoutinho/ult2707u391705.shtml>
11 abril 2008
Comida di Buteco 2008
O Comida di Buteco 2008 começou e o que pude ver na lista dos bares participantes foi muita receita parecida, não que isso comprometa. A batata é a vedete deste ano. Dos 41 pratos, quase 20 levam o tubérculo na composição. Entre as carnes, as de boi lideram com 16,5* dos pratos; as suínas com 10; o frango com 5,5*; e o peixe na rabeira com 4 opções. Outras opções, tais como almôdegas, linguiças e "mais vegetarianos" contam com 5 opções.
Entre os concorrentes bovinos destaque para o lagarto e as boas opções de carnes de segunda. As suínas variam entre o lombo, costelinha e outras.
* O Patorroco elaborou um prato metade bovino metade frango.
Entre os concorrentes bovinos destaque para o lagarto e as boas opções de carnes de segunda. As suínas variam entre o lombo, costelinha e outras.
* O Patorroco elaborou um prato metade bovino metade frango.
26 março 2008
Big Brother Mão Santa
O bairrismo e todos os ismos relacionados (nacionalismo, regionalismo) sempre pensei ser maior em Minas Gerais do que em outros lugares. A cafajestice regionalista está entranhada no mineiro de uma maneira tal que beira o irracional. Coisa de jeca, de vira-lata. E não é só o "mineiro comum". Você encontra idiotas do tipo no jornalismo, na política, no colunismo social de primeira e de quinta categoria, enfim.
Outro dia o sr. Paulo Navarro escreveu reclamando de uma campanha publicitária de um novo carro, na revista Veja nacional, composta por placas de carros onde as letras iniciais eram compostas por siglas como MBA-1234, ou CEO-1234, CBA-1234. Eram umas oito placas e nenhuma delas tinha como localidade a cidade de Belo Horizonte. Apenas Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre...
O brilhante colunista deduziu que os mineiros, os belo-horizontinos em especial, na visão do anunciante "pelo jeito não eram dignos para adquirir o novo bólido", ou algo nessa linha (torta). Haja placa e páginas para agradar a todas as capitais não é? Mas não, as outras não se comparam a BH e podem ficar de fora.
Minha surpresa regionalista da semana ficou com o Piauí. Isso mesmo, o Piauí. E olha que ninguém disse coisas absurdas sobre o Piauí como o presidente da Philips. O povo piauiense dessa vez ficou P da vida com o segundo lugar de Gyselle no BBB 8. Isso mesmo, pasmem. Acusam a Globo de todas as conspirações possíveis para sagrar o campineiro Rafinha como o vencedor.
Chegamos ao ponto de ver o senador Mão Santa pedir votos para a piauiense ser eleita a vencedora. Se isso não é falta de decoro parlamentar o que é? Mas voltemos ao bairrismo que anda de jumento e arrota cacto. Tem um "jornal", portal ou coisa que o valha em Teresina que dedicou boa parte da sua programação online para o "fato".
Entre e confira você mesmo.
http://www.180graus.com.br/
Outro dia o sr. Paulo Navarro escreveu reclamando de uma campanha publicitária de um novo carro, na revista Veja nacional, composta por placas de carros onde as letras iniciais eram compostas por siglas como MBA-1234, ou CEO-1234, CBA-1234. Eram umas oito placas e nenhuma delas tinha como localidade a cidade de Belo Horizonte. Apenas Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre...
O brilhante colunista deduziu que os mineiros, os belo-horizontinos em especial, na visão do anunciante "pelo jeito não eram dignos para adquirir o novo bólido", ou algo nessa linha (torta). Haja placa e páginas para agradar a todas as capitais não é? Mas não, as outras não se comparam a BH e podem ficar de fora.
Minha surpresa regionalista da semana ficou com o Piauí. Isso mesmo, o Piauí. E olha que ninguém disse coisas absurdas sobre o Piauí como o presidente da Philips. O povo piauiense dessa vez ficou P da vida com o segundo lugar de Gyselle no BBB 8. Isso mesmo, pasmem. Acusam a Globo de todas as conspirações possíveis para sagrar o campineiro Rafinha como o vencedor.
Chegamos ao ponto de ver o senador Mão Santa pedir votos para a piauiense ser eleita a vencedora. Se isso não é falta de decoro parlamentar o que é? Mas voltemos ao bairrismo que anda de jumento e arrota cacto. Tem um "jornal", portal ou coisa que o valha em Teresina que dedicou boa parte da sua programação online para o "fato".
Entre e confira você mesmo.
http://www.180graus.com.br/
24 março 2008
Te enganaram? Me enganaram.
Meu corporativismo ideológico capitalista não me permite abrir o berreiro contra empresas, principalmente as de serviços. Mas minha língua está ardendo para criticar uma certa empresa de telefonia. Mal conseguem registrar um pagamento e você achando que sua linha cair era um grande problema.
Momento Culinário - Parte 1
Passo, a partir de agora, a compartilhar com vocês, grande público leitor deste blógui (momento Millôr), minhas experiências gastronômicas.
A dica da semana é o restaurante "CANTINA MI LUCCIA", em Belo Horizonte. Nesta parte de dicas vou tentar ser esquemático o máximo possível.
Comida:
Italiana, com opções de entradas, alguns antepastos, saladas. Comi o Gnocchi e gostei, apesar de levemente ácido. A salada estava ótima e no dia optei por uma seleção clichê de alfaces, tomate seco, mussarela de búfala (já disse, clichê), croutons, bastante azeite. Faltou opções de azeite.
Outros clichês:
O ambiente era agradável e ponto final. O resto, aquilo de sempre: tem algum decorador trabalhando mais que os outros. Saio de casa para conhecer um lugar novo e já espero aquela parede rústica, com tijolos à mostra, móveis descolados, candelabros ornamentados, velas vermelhas, velas verdes, velas, velas. Não deu outra.
Um lugar para ir a dois seja qual for sua orientação sexual.
Beber:
Alguém por favor ache a pessoa que inventou que a cerveja 600ml é inimiga de ambientes românticos e descolados?
Diferente:
O prato (o próprio). Praticamente uma bacia para tomar banho. Aprovado.
Diferente esquisito:
Uma mesa com vista para a rua separada por um vidro de cabo a rabo (para meus leitores de fora: de fora a fora, do chão até o teto). Me deu a sensação de estar dentro de uma vitrine de boutique. Mas benzim disse que era coisa da minha cabeça.
Nota de zero a dez: 8,75
Cantina Mi Luccia
R. Grão Pará, 20 - Sta. Efigênia
Belo Horizonte - MG
Telefone: (31) 3241-1565
Aceita cartões Visa e Master
A dica da semana é o restaurante "CANTINA MI LUCCIA", em Belo Horizonte. Nesta parte de dicas vou tentar ser esquemático o máximo possível.
Comida:
Italiana, com opções de entradas, alguns antepastos, saladas. Comi o Gnocchi e gostei, apesar de levemente ácido. A salada estava ótima e no dia optei por uma seleção clichê de alfaces, tomate seco, mussarela de búfala (já disse, clichê), croutons, bastante azeite. Faltou opções de azeite.
Outros clichês:
O ambiente era agradável e ponto final. O resto, aquilo de sempre: tem algum decorador trabalhando mais que os outros. Saio de casa para conhecer um lugar novo e já espero aquela parede rústica, com tijolos à mostra, móveis descolados, candelabros ornamentados, velas vermelhas, velas verdes, velas, velas. Não deu outra.
Um lugar para ir a dois seja qual for sua orientação sexual.
Beber:
Alguém por favor ache a pessoa que inventou que a cerveja 600ml é inimiga de ambientes românticos e descolados?
Diferente:
O prato (o próprio). Praticamente uma bacia para tomar banho. Aprovado.
Diferente esquisito:
Uma mesa com vista para a rua separada por um vidro de cabo a rabo (para meus leitores de fora: de fora a fora, do chão até o teto). Me deu a sensação de estar dentro de uma vitrine de boutique. Mas benzim disse que era coisa da minha cabeça.
Nota de zero a dez: 8,75
Cantina Mi Luccia
R. Grão Pará, 20 - Sta. Efigênia
Belo Horizonte - MG
Telefone: (31) 3241-1565
Aceita cartões Visa e Master
15 março 2008
O pássaro e a abelha
Música foi um assunto que saiu da minha pauta desde que deixei a adolescência. Faz, então, algum tempo, my god. Não consigo dizer: gosto disso, gosto deste estilo, gosto daquela levada. Não entendo qual é minha relação com a música. Aliás, não me entendo. Música é um assunto aborrecido, principalmente quando você encontra um pela frente que "entende de música".
Quando novo, escutei, demasiadamente, o rock progressivo. Mais tarde, mesmo ainda novo, enveredei-me para o jazz. O jazz é delicioso quando se quer mostrar para uma gatinha que você é um cara bacana, descolado, simpático, mais maduro, mais experiente. Acho que é uma forma de disfarçar outras incompetências, pra lá de sexuais. Depois veio o soul entrando na minha vida, como um arado rasgando a terra. E me contaminou positivamente. Não vou entrar em detalhes sonoros, pois, como disse antes, música é um assunto absurdo para mim. Parto do princípio que ela seja uma arte menor que as outras para terminar com o debate pelo princípio.
Enfim, mesmo sendo um aborrecimento falar disso, outro dia tive uma experiência inesquecível ouvindo uma banda desconhecida do público brasileiro e, acredito, da imprensa mundial. Apesar do desleixo do jornalismo que cobre cultura, a banda em questão possui álbum gravado pela badalada Blue Note Recordes, gravadora de standarts do jazz, culties e novos nomes da world music. Tá lançando o segundo disco agora, pelo jeito com regravações de músicas famosas. O primeiro, sem dúvidas, já é um clássico.
Bem, minha maior surpresa musical dos últimos 5 anos e não temo nem um pouco o jabá para falar da banda The Bird and The Bee. Quem quiser entender um pouco o que esse grupo representa da cena musical moderna entre na Wikipédia e lance o verbete com o nome da banda. Preguiça de colar o link aqui.
Quando novo, escutei, demasiadamente, o rock progressivo. Mais tarde, mesmo ainda novo, enveredei-me para o jazz. O jazz é delicioso quando se quer mostrar para uma gatinha que você é um cara bacana, descolado, simpático, mais maduro, mais experiente. Acho que é uma forma de disfarçar outras incompetências, pra lá de sexuais. Depois veio o soul entrando na minha vida, como um arado rasgando a terra. E me contaminou positivamente. Não vou entrar em detalhes sonoros, pois, como disse antes, música é um assunto absurdo para mim. Parto do princípio que ela seja uma arte menor que as outras para terminar com o debate pelo princípio.
Enfim, mesmo sendo um aborrecimento falar disso, outro dia tive uma experiência inesquecível ouvindo uma banda desconhecida do público brasileiro e, acredito, da imprensa mundial. Apesar do desleixo do jornalismo que cobre cultura, a banda em questão possui álbum gravado pela badalada Blue Note Recordes, gravadora de standarts do jazz, culties e novos nomes da world music. Tá lançando o segundo disco agora, pelo jeito com regravações de músicas famosas. O primeiro, sem dúvidas, já é um clássico.
Bem, minha maior surpresa musical dos últimos 5 anos e não temo nem um pouco o jabá para falar da banda The Bird and The Bee. Quem quiser entender um pouco o que esse grupo representa da cena musical moderna entre na Wikipédia e lance o verbete com o nome da banda. Preguiça de colar o link aqui.
17 julho 2007
Tchaca bum
"Há uma relação inversamente proporcional entre civilização e a variedade de instrumentos de percussão"
Dele
Dele